portal Fator Brasil 13/04/2011
O “Pay&Go”, software de última geração para a captura de transações eletrônicas (TEF) realizadas com cartões de crédito, débito, voucher entre outros,e que oferece ao estabelecimento comercial total controle sobre as vendas realizadas, começará a ser comercializado pela CIS, empresa fabricante de soluções inovadoras, em parceria com a NTK Solutions através de seus distribuidores.
Indispensável para o comércio, o “Pay&Go” possui tecnologia para as transações feitas com cartões e atende todos os requisitos de segurança definidos pelas empresas adquirentes.
O software opera em plataforma baixa, solicitando apenas o sistema operacional Windows com suporte Microsoft ou Linux. Possui atualização remota, Help Desk especializado 24 horas por dia, sete dias por semana, e interface de fácil operação ao usuário, não necessitando de servidor dedicado.
Utilizando o mesmo conceito do TEF Discado na interface de comunicação com a automação comercial, o “Pay&Go” elimina a necessidade de desenvolvimentos e/ou upgrade de software e hardware para uso da solução. O produto é uma solução integrada, abrangente e com excelente desempenho, quando comparado com o TF dedicado.
Os pontos fortes do produto e do sistema são: a integração com o sistema de automação comercial do estabelecimento, a rapidez e o fato da própria NTK fazer a instalação e ativação.
Uma característica técnica relevante é o fato do sistema poder ter redundância através de conexão GPRS ou 3G, ou seja, se a linha da internet cair o sistema celular mantém o serviço ativo.
O sistema de venda da CIS também é uma grande inovação e será de grande valia aos revendedores. Trata-se da venda de serviço, no qual o usuário assinará um termo de adesão e, após validação pelo distribuidor e pela CIS, haverá a ativação do sistema através da NTK. O serviço inclui também a locação do Pin Pad, que poderá ser trocado imediatamente quando ocorrer algum problema técnico.
CIS- Em 1984, no início da adoção da tecnologia de cartões magnéticos pelo mercado de automação bancária e comercial do Brasil, nasceu a CIS, uma empresa comprometida com o desenvolvimento do país. Hoje, ela é a maior fabricante de equipamentos para captura de dados do Brasil, possuindo o maior parque de máquinas da América Latina, atendendo mais de um milhão de usuários.
A CIS tem oferecido ao mercado, no decorrer destes anos, produtos de altíssima qualidade, frutos de seu investimento em pesquisa e desenvolvimento. Hoje, a empresa ocupa uma posição de liderança no mercado brasileiro e tem como objetivo trazer para seus clientes soluções criativas com alta qualidade na captura de dados. Ela está presente nas empresas de maior destaque e seus produtos são utilizados em 13 países.
Em perfeita sintonia com as necessidades dos clientes, a CIS é uma empresa certificada NBRISO-9001/2000 e tem como missão oferecer ao mercado soluções inovadoras em captura de dados, tendo como visão, ser uma empresa competitiva e globalizada.
Perfil-A NTK Solutions foi fundada em 2002 com o objetivo de atender as empresas de meios de pagamentos, entre elas as principais redes do mercado (Amex, Cielo e Redecard), no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadores.
É a primeira empresa do mercado a oferecer e implementar uma solução para transferência eletrônica de fundos baseada no protocolo TCP-IP voltada para as empresas adquirentes de cartões do país. A NTK Solutions também atua como integradora de serviços ADSL e GPRS em parceria com as principais operadoras de telefonia do Brasil. [www.cis.com.brb | www.ntk.com.br].
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13 de abr. de 2011
23 de set. de 2010
LOJISTA SE MOBILIZA E TEM CUSTO MENOR
jornal Valor Econômico 23/09/2010 - Adriana Cotias
O cenário do balcão do lojista começa a mudar. A confusão de várias maquininhas de captura de transações com cartões (o POS) e um emaranhado de fios ocupando a área dos caixas, aos poucos, vai dando espaço a um ambiente mais organizado. Embora os sinais da ineficiência antiga ainda existam - com até 5 maquinetas num único estabelecimento! -, é cada vez mais comum ver um só POS recebendo as principais bandeiras. Quase três meses depois de ruir o duopólio da Cielo com a bandeira Visa e, por tabela, o da Redecard com a MasterCard, a briga pela preferência do lojista está polarizada entre as duas grandes credenciadoras e a presença do novo competidor, o Santander/GetNet, é ainda pouco percebida pelo próprio varejo.
Mesmo os pequenos, com um único ponto de venda, estão fazendo a sua escolha e conseguindo taxas menores por transação, descontos e até isenção da taxa de aluguel. É o caso do Le Salon, salão de beleza localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo. A rapidez da Cielo em trocar o POS, há dois meses, foi a senha para a mudança, conta a sócia Lidiane Teixeira Gonçalves. "Assim que percebi que a nova máquina passava o Master, pedi para desabilitar a da Redecard." Isso a despeito de a Cielo cobrar o aluguel mais caro, de R$ 86,00 ao mês, enquanto na concorrente o aparelho saía a R$ 59,00. Na decisão pesou o fato de a Cielo ter oferecido um ano de isenção, enquanto a Redecard nem chegou a fazer proposta. A taxa por transação de débito vai cair de 2,5% para 2,4% e, no crédito, foi reduzida de 3,8% para 3,2%. "São mudanças pequenas, que fazem uma grande diferença no fim do mês."
Vislumbrando o aumento da competitividade entre as credenciadoras, que viria com a abertura do mercado, a partir de 1º de julho, a Arezzo antecipou as conversações com as operadoras já no fim do ano passado. O grupo, que tem 248 lojas franqueadas e 26 próprias, com faturamento de R$ 419 milhões no ano passado, acabou fechando acordo de preferência com a Cielo até dezembro. "Conseguimos reduzir as taxas de administração a níveis inferiores aos habituais 3% do mercado", diz o diretor de estratégia, Kurt Richter.
Antes do arranjo, cada lojista negociava sozinho com as redes de captura ou com a instituição financeira que oferecia conjuntamente o pacote de serviços bancários e as taxas variavam de 2,5% a 4% por transação de crédito, que contemplam 80% dos pagamentos. Nesse período de teste com a Cielo, o POS também saiu de graça, mas as máquinas da Redecard permanecem nos estabelecimentos por uma questão de contingência. Se uma falhar, a outra é acionada. Richter avisa, porém, que no fim do ano a Arezzo fará uma nova rodada de negociações, que, desta vez, pode incluir o Santander/GetNet. "A opção foi por não fazer um negócio de longo prazo, porque o mercado tem margem para reduzir ainda mais as taxas nos próximos anos; as credenciadoras querem ganhar ou defender market share."
Já a RGM Telecom, franqueada da Claro com oito lojas na região metropolitana de São Paulo, fechou exclusividade com a Redecard e já passa 100% do seu movimento pela rede, diz o sócio Marcos Sérgio Sandrini. O valor do POS caiu à metade, para R$ 39,00, mas ele não informa em que proporção as taxas de débito, crédito e parcelado foram reduzidas. Nessa escolha, ele levou em conta a política da Redecard de enxergar os diversos CNPJ como um único grupo, não impondo custos de um negócio inicial a cada nova loja aberta. "A Cielo, desde os tempos da VisaNet, sempre foi irredutível nesse sentido."
As grandes redes de varejo, por sua vez, que trabalham com o seus próprios terminais financeiros (o chamado TEF) e já não tinham o custo do aluguel do POS, também voltaram à mesa de negociações para brigar por taxas ainda menores. O que se comenta no mercado é que há casos em que estão conseguindo pagar menos de 1% por transação de crédito.
A rede de supermercados Ricoy, com 80 lojas espalhadas pela capital paulista e interior do Estado, conseguiu baixar as taxas pagas à Redecard e à Cielo. Há cerca de um mês, fechou um novo acordo com a Redecard, parceira antiga, e obteve redução de cerca de 30% nas tarifas das operações com cartões de crédito, conta o sócio Paulo Tadao Yokoi. Com a Cielo, também conseguiu preços menores, mas em percentual inferior ao negociado com a Redecard. Sem abrir os detalhes das duas negociações, o executivo só explica que a ordem, agora, é distribuir 80% das transações para a Redecard e 20% para a Cielo.
Com faturamento anual na casa dos R$ 700 milhões e mais de 140 lojas, a Eletroshopping, segunda maior varejista do Nordeste, aproveita o maior poder de barganha que o setor ganhou para chamar Cielo e Redecard para a conversa e espera bater o martelo até o fim do mês, segundo comenta o vice-presidente, Fernando Freitas. "Estamos examinando as duas propostas, podemos tanto ficar com uma só ou, dependendo da região, dividir a prestação do serviço."
Embora pelo volume que a rede movimenta já não pagasse as taxas mais salgadas, ele lembra que, antes, não havia escolha. "A Eletroshoping tinha que estar credenciada, não ia deixar de receber Master ou Visa, não podia ficar de fora. Só que a condição de negociação muda quando se tem a possibilidade de ficar com uma só rede de captura, dá para se definir algo melhor pelo acréscimo de volumes." Ele conta que o Santander/GetNet também chegou a fazer uma proposta, mas que na decisão vai considerar a combinação preço, tecnologia e a reciprocidade que já tem com Cielo e Redecard.
A Vivara, maior rede de joalheria do país, com 90 lojas, também está em fase final de negociação com Cielo e Redecard. Com volume de transações elevado e venda de produtos de alto tíquete médio, está colocando na mesa valores agregados que podem fazer diferença para a rede que tiver preferência, pondera o gerente financeiro, Rodrigo Domingues. A rede já trabalha com o TEF e, portanto, as conversas estão focadas nas taxas de desconto. Apesar de já ter relacionamento com o Santander, ele conta que o banco não chegou a oferecer proposta de adquirência. (Colaborou Mauro Arbex)
O cenário do balcão do lojista começa a mudar. A confusão de várias maquininhas de captura de transações com cartões (o POS) e um emaranhado de fios ocupando a área dos caixas, aos poucos, vai dando espaço a um ambiente mais organizado. Embora os sinais da ineficiência antiga ainda existam - com até 5 maquinetas num único estabelecimento! -, é cada vez mais comum ver um só POS recebendo as principais bandeiras. Quase três meses depois de ruir o duopólio da Cielo com a bandeira Visa e, por tabela, o da Redecard com a MasterCard, a briga pela preferência do lojista está polarizada entre as duas grandes credenciadoras e a presença do novo competidor, o Santander/GetNet, é ainda pouco percebida pelo próprio varejo.
Mesmo os pequenos, com um único ponto de venda, estão fazendo a sua escolha e conseguindo taxas menores por transação, descontos e até isenção da taxa de aluguel. É o caso do Le Salon, salão de beleza localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo. A rapidez da Cielo em trocar o POS, há dois meses, foi a senha para a mudança, conta a sócia Lidiane Teixeira Gonçalves. "Assim que percebi que a nova máquina passava o Master, pedi para desabilitar a da Redecard." Isso a despeito de a Cielo cobrar o aluguel mais caro, de R$ 86,00 ao mês, enquanto na concorrente o aparelho saía a R$ 59,00. Na decisão pesou o fato de a Cielo ter oferecido um ano de isenção, enquanto a Redecard nem chegou a fazer proposta. A taxa por transação de débito vai cair de 2,5% para 2,4% e, no crédito, foi reduzida de 3,8% para 3,2%. "São mudanças pequenas, que fazem uma grande diferença no fim do mês."
Vislumbrando o aumento da competitividade entre as credenciadoras, que viria com a abertura do mercado, a partir de 1º de julho, a Arezzo antecipou as conversações com as operadoras já no fim do ano passado. O grupo, que tem 248 lojas franqueadas e 26 próprias, com faturamento de R$ 419 milhões no ano passado, acabou fechando acordo de preferência com a Cielo até dezembro. "Conseguimos reduzir as taxas de administração a níveis inferiores aos habituais 3% do mercado", diz o diretor de estratégia, Kurt Richter.
Antes do arranjo, cada lojista negociava sozinho com as redes de captura ou com a instituição financeira que oferecia conjuntamente o pacote de serviços bancários e as taxas variavam de 2,5% a 4% por transação de crédito, que contemplam 80% dos pagamentos. Nesse período de teste com a Cielo, o POS também saiu de graça, mas as máquinas da Redecard permanecem nos estabelecimentos por uma questão de contingência. Se uma falhar, a outra é acionada. Richter avisa, porém, que no fim do ano a Arezzo fará uma nova rodada de negociações, que, desta vez, pode incluir o Santander/GetNet. "A opção foi por não fazer um negócio de longo prazo, porque o mercado tem margem para reduzir ainda mais as taxas nos próximos anos; as credenciadoras querem ganhar ou defender market share."
Já a RGM Telecom, franqueada da Claro com oito lojas na região metropolitana de São Paulo, fechou exclusividade com a Redecard e já passa 100% do seu movimento pela rede, diz o sócio Marcos Sérgio Sandrini. O valor do POS caiu à metade, para R$ 39,00, mas ele não informa em que proporção as taxas de débito, crédito e parcelado foram reduzidas. Nessa escolha, ele levou em conta a política da Redecard de enxergar os diversos CNPJ como um único grupo, não impondo custos de um negócio inicial a cada nova loja aberta. "A Cielo, desde os tempos da VisaNet, sempre foi irredutível nesse sentido."
As grandes redes de varejo, por sua vez, que trabalham com o seus próprios terminais financeiros (o chamado TEF) e já não tinham o custo do aluguel do POS, também voltaram à mesa de negociações para brigar por taxas ainda menores. O que se comenta no mercado é que há casos em que estão conseguindo pagar menos de 1% por transação de crédito.
A rede de supermercados Ricoy, com 80 lojas espalhadas pela capital paulista e interior do Estado, conseguiu baixar as taxas pagas à Redecard e à Cielo. Há cerca de um mês, fechou um novo acordo com a Redecard, parceira antiga, e obteve redução de cerca de 30% nas tarifas das operações com cartões de crédito, conta o sócio Paulo Tadao Yokoi. Com a Cielo, também conseguiu preços menores, mas em percentual inferior ao negociado com a Redecard. Sem abrir os detalhes das duas negociações, o executivo só explica que a ordem, agora, é distribuir 80% das transações para a Redecard e 20% para a Cielo.
Com faturamento anual na casa dos R$ 700 milhões e mais de 140 lojas, a Eletroshopping, segunda maior varejista do Nordeste, aproveita o maior poder de barganha que o setor ganhou para chamar Cielo e Redecard para a conversa e espera bater o martelo até o fim do mês, segundo comenta o vice-presidente, Fernando Freitas. "Estamos examinando as duas propostas, podemos tanto ficar com uma só ou, dependendo da região, dividir a prestação do serviço."
Embora pelo volume que a rede movimenta já não pagasse as taxas mais salgadas, ele lembra que, antes, não havia escolha. "A Eletroshoping tinha que estar credenciada, não ia deixar de receber Master ou Visa, não podia ficar de fora. Só que a condição de negociação muda quando se tem a possibilidade de ficar com uma só rede de captura, dá para se definir algo melhor pelo acréscimo de volumes." Ele conta que o Santander/GetNet também chegou a fazer uma proposta, mas que na decisão vai considerar a combinação preço, tecnologia e a reciprocidade que já tem com Cielo e Redecard.
A Vivara, maior rede de joalheria do país, com 90 lojas, também está em fase final de negociação com Cielo e Redecard. Com volume de transações elevado e venda de produtos de alto tíquete médio, está colocando na mesa valores agregados que podem fazer diferença para a rede que tiver preferência, pondera o gerente financeiro, Rodrigo Domingues. A rede já trabalha com o TEF e, portanto, as conversas estão focadas nas taxas de desconto. Apesar de já ter relacionamento com o Santander, ele conta que o banco não chegou a oferecer proposta de adquirência. (Colaborou Mauro Arbex)
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