portal InfoMoney 12/04/2011 - Jéssica Consulim Roccella
O número de consumidores paulistas que pretendem usar a internet para fazer suas compras neste trimestre (entre abril e junho) deste ano registrou queda frente aos três primeiros meses do ano.
Divulgada nesta terça-feira (12), a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra na Internet, realizada pelo Provar e pela e-bit, mostra que passou para 85% a proporção de consumidores que pretendem comprar pela web pelo menos um item dos segmentos consultados.
Quando comparado com o primeiro trimestre deste ano (90%), a redução na intenção de compra é de 5 pontos percentuais. Frente ao segundo trimestre de 2010, houve avanço de 4,3 p.p..
O levantamento foi feito com 5.803 internautas moradores do estado de São Paulo.
Intenção de compra
Todas as categorias de produtos analisadas neste trimestre apresentaram queda na intenção de compra pela web em relação aos três primeiros meses deste ano. Entre elas, destacam-se Eletroeletrônicos (de 40,3% para 33,1%) e CDs, DVDs, Livros e Revistas (de 26,1% para 21,6%), com as maiores quedas.
Confira a intenção de compra na internet, de acordo com cada segmento de produto, na tabela abaixo:
Mostrando postagens com marcador e-bit. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-bit. Mostrar todas as postagens
12 de abr. de 2011
22 de mar. de 2011
TÍQUETE MÉDIO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO FOI DE R$ 373 EM 2010
portal InfoMoney 22/03/2011 - Flávia Furlan Nunes
O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.
Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.
“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)
Motivos
Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.
“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.
“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.
O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.
Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.
“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)
Motivos
Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.
“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.
“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.
Marcadores:
comércio eletrônico,
e-bit,
e-commerce
18 de mar. de 2011
CLASSE C JÁ REPRESENTA MAIS DA METADE DOS E-CONSUMIDORES, APONTA E-BIT
portal Ti Inside 17/03/2011
O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
"A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos", avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.
O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
O relatório revela que o tíquete médio das pessoas da classe C no e-commerce é de R$ 319. O Brasil encerrou o ano passado com 23 milhões de e-consumidores e o comércio eletrônico no país movimentou R$ 15 milhões, expansão de 40% na comparação com 2009. A cifra inclui apenas as vendas de produtos, não considera a comercialização de serviços.
"A classe C já se tornou muito importante para os resultados das empresas de comércio eletrônico. Tal fenômeno tende a se manter nos próximos anos", avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing, produtos e inteligência da e-bit.
Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é a excessiva concentração do mercado de e-commerce no Brasil, já que somente o estado de São Paulo responde por 40% do faturamento do setor.
Assinar:
Postagens (Atom)
