22 de jan. de 2012

ACIC NA REDE VERDE AMARELA

jornal Diário do Comércio 06/01/2012

A Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) acaba de assinar contrato com a Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), aderindo ao novo modelo de negócios da empresa. A cidade é a maior do interior paulista e um dos maiores polos econômicos do Estado, por isso representa importante parceria para a expansão geográfica e da área de cobertura da Boa Vista. Participaram da assinatura a presidente da ACIC, Adriana Flosi, o vice-presidente, Guilherme Campos Jr., o segundo vice-presidente, Pedro Paulo Magalhães, o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado e o diretor comercial, Juan Perez Carrillo.

Campinas agora também integra a Rede Verde Amarela, lançada recentemente pela Boa Vista, com acesso  plataforma inovadora de serviços e interatividade, que proporciona condições de aproveitar todas as oportunidades do grande potencial de negócios da região. O objetivo, com a parceria, é que a Boa Vista e a ACIC entrem em um novo patamar de relacionamento baseado no associativismo, que beneficie clientes e consumidores. De acordo com a Boa Vista, através do desenvolvimento de parcerias estratégicas em diversas regiões do Brasil, a administradora continua a cumprir seu papel de se expandir nacionalmente, conseguindo  disponibilizar produtos e soluções para empresas dos mais variados segmentos.

Lançada em dezembro de 2011, a Rede Verde Amarela, plataforma de compartilhamento de informações comerciais de pessoas físicas com  participação inicial de 2,2 mil serviços de proteção ao crédito em todo o País, pretende formatar o Cadastro Positivo.

Na época, o presidente da Boa Vista Serviços Dorival Dourado explicou que  bancos de dados dos serviços de crédito da BVS passam a considerar as informações de adimplência, e não considerando apenas o "nome sujo" do consumidor, com as devidas restrições apresentadas pela consulta do CPF.

O presidente da BVS acredita que o mercado hoje precisa diferenciar melhor o perfil dos consumidores. "Hoje, o bom pagador paga pelo mal. Isso, de uma certa forma, socializa o prejuízo. Esse consumidor precisa ter outra relação com o mercado", disse.

A criação do Cadastro Positivo, que  ocorreu em junho, ainda não tem  regulamentação. No banco de dados haverá anotações financeiras e de pagamentos relativas às operações de crédito e pagamentos liquidados ou em andamento por pessoas físicas e jurídicas. Com isso, os financiamentos  consideram o histórico, proporcionando aos "bons pagadores" juros mais baixos.

Nenhum comentário: